Reajuste das taxas condominiais em 2016

Reajuste das taxas condominiais em 2016
Taxas de condomínios são reajustadas em 10%
Uma das consequências da recessão econômica é o aumento da inadimplência entre os condôminos, que gira em torno de 20%, conforme a diretora do Secovi/MT.
Taxa de condomínio sofrem reajuste de 10% em Cuiabá e região metropolitana. O aumento médio é praticado em cerca de 1,5 mil unidades. O custo de pessoal tem sido o principal peso para o aumento. Outra situação preocupante é o nível de inadimplência que está em 20%. Os dados são do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi/MT).
A diretora do Núcleo de Condomínios do Secovi/MT, Gessi Carmen Rostirolla, explica que a elevação nas taxas de condomínios faz parte na previsão orçamentária de cada conjunto habitacional. “Para este ano, a folha de pagamento foi o principal motivador para o reajuste médio de 10%”.
Uma das consequências da recessão econômica é o aumento da inadimplência entre os condôminos, que gira em torno de 20%, conforme a diretora do Secovi/MT. “A situação tem gerado muitas ações por parte das administradoras e síndicos, que empreendem campanhas de quitação dos débitos e ações de renegociação. Se mesmo assim, não houver soluções, segue para judicialização da situação”.
Na avaliação da diretora esta é uma situação que pode ser agravada com os possíveis aumentos da inflação e outras despesas. “Como a taxa de condomínio é uma forma de contribuição dos moradores para a manutenção dos serviços ofertados, a inadimplência de um percentual de moradores prejudicatodos os que estão regulares, pois, eles têm que arcar com as despesas por meio das taxas extras”.
O síndico Vanderley Santos, 53, relataque o reajuste vai ser lançado somente em março, mas estima um aumento de 8%. Assim, a taxa no prédio administrado por ele vai passar de R$ 750 para R$ 810, caso o reajuste se confirme. Quanto ao índice de inadimplência, Santos relata que está sob controle. “Praticamos cobranças diretas aos condôminos, que têm 30 dias para quitar o débito. Caso contrário são chamados uma negociação extra-judicial. Se mesmo assim não resolver, a solução é judicializada.
PLANEJAMENTO
O educador financeiro, Marcelo Rubles avalia que o alto nível de endividamento é resultado de uma série de fatores que influenciaram a aquisição de imóveis em condomínios. “Com o aumento das taxas e recessão econômica, muita gente perdeu o poder de se manter no padrão conquistado. A solução é planejamento financeiro, que deve contemplar não só o mês vigente e sim os 12 meses do ano”.
Fonte: http://www.odocumento.com.br/

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